ADSORBSIA PARA A REMOÇÃO DE ARSÊNICO NA ÁGUA
Uma alternativa conveniente e econômica para a remoção de arsênico na produção de água potável.
O meio Adsorbsia de Dow, é um óxido de titânio desenhado especialmente para assistir no cumprimento do novo requerimento relacionado ao limite de arsênico: 10 ppb segundo OMS. O meio filtrante supera o resto dos meios disponíveis no mercado, a seguir, algumas de suas vantagens:
- Maior capacidade de remoção em uma ampla faixa de condições da água.
- Sua estrutura nanocristalina apresenta cinéticas de reação mais altas, traduzindo em filtros de menores dimensões, reduzindo a inversão inicial e o espaço ocupado.
- Remove tanto As (III) como As (V) ao largo de uma ampla faixa de pH sem pré-tratamento.
- Resultados estáveis ainda com flutuações de pH na água de alimentação.
- É um granulado branco, seco, que se instala facilmente e requer manutenção mínima.
- O meio desgastado demonstra passar pelos exigentes teste de TCLP (Toxicity Characteristic Leaching Protocol) e WET de Califórnia, o que evidencia seu cumprimento com os critérios de disposição como recheio de segurança.
- Conta com certificado NSF/ANSI Standard 61 sem limitações para seu uso na produção de água potável.
A elevada capacidade de retenção de arsênico, faz do Adsorbsia um produto ideal de único uso (não necessita regenerações). Oferece uma alternativa de simples operação e baixo custo operativo, especialmente para pequenos e médios sistemas. A ausência de regenerações elimina o consumo, manipulação e armazenamento de químicos, ao mesmo tempo que elimina a necessidade de disposição de correntes de descarte. A alta afinidade do arsênico com Adsorbsia, permite reter o arsênico com maior intensidade, portanto a disposição do meio é mais simples e segura, já que não existe riscos de fuga de arsênico uma vez que haja terminado o meio. Adsorbsia apresenta uma vida útil maior que a dos meios absorventes tradicionais, para uma operação mais produtiva e vantajosa desde o ponto de vista de custos.
Sua principal vantagem frente aos óxidos e hidróxidos de ferro comuns, pode ser observada nas seguintes comparações.
Na figura a seguir, se mostra através de um gráfico a vida útil esperada para diferentes meios filtrantes com a mesma qualidade de água, na que se observam uma relação de até sete vezes maior retenção que outros meios.
CURVAS DE FUGA DE ARSÊNICO
NSF Challenge Water (300 ppb As(V); pH = 7,5; 180 seg EBCT).
Baixa Sílice (10ppm).

A variação no pH de alimentação, que ocorre frequentemente em todo tipo de águas, afeta a capacidade de retenção dos meios filtrantes, sendo o Adsorbsia o meio que menor variação apresenta, como se observa na figura seguinte. Em ambos os picos de pH, o efluente se manteve por baixo do limite de 10 ppb com tratamento por Adsorbsia, e superou o máximo permitido com o tratamento por óxido de Ferro.
CURVAS DE FUGA DE ARSÊNICO
NSF Challenge Water (50 ppb, pH =6.5, 120 s EBCT).

Em águas com altos conteúdos de sílice (por cima dos 40 ppm) se reduz a capacidade dos meios filtrantes para remoção de arsênico. Esta diminuição é menos notória para a remoção mediante Adsorbsia, o que se traduz em maior vida útil do meio.
IMPACTO DA SÍLICE
NSF Challenge Water (50 ppb, pH =6.5, 120 s EBCT).

As aplicações nas que mais reflexa sua vantagem frente a outros meios são:
- A produção de água mineral, já que nesta aplicação não é possível dosagem de químicos, tanto para regular o pH de forma que possa obter uma remoção consistente de arsênico, como para oxidar arsênico a seu estado mais solúvel, As (V), e melhorar a retenção.
- Sistemas de tratamento por osmose reversa já instalados que cumprem com o requerimento prévio de 50 ppb de arsênico e devem ser modificados para cumprir com o novo limite. Nestes casos, o baixo pH da água permeada e a baixa concentração de compostos que competem na reação, aumentam a capacidade do meio filtrante de forma que os custos operativos e de instalação sejam reduzidos até 20 vezes.